Diamond Circle: o melhor circuito
do Norte da Islândia

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O Diamond Circle é o grande destaque do Norte da Islândia e um dos circuitos mais impressionantes do país. É menos famoso do que o Golden Circle, mas confesso que gostei tanto ou mais desta zona. Muito mais dramático e com paisagens poderosas, como cascatas gigantes, desfiladeiros monumentais, zonas geotérmicas a ferver, lagos vulcânicos e até a capital islandesa das baleias.

Este circuito pode ser feito como um loop a partir de Akureyri ou integrado num roteiro maior pela Ring Road. Dependendo do ritmo e do número de paragens, podes dedicar 1 a 2 dias ao Diamond Circle. É uma zona perfeita para quem gosta de natureza em estado bruto e menos multidões. Percorrer o Diamond Circle foi uma das razões que me levou a visitar a Islândia no verão, para poder aceder a estas zona da ilha sem correr o risco das estradas estarem fechadas.

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    💦 Dettifoss

    Dettifoss é a cascata mais poderosa da Europa e percebe-se porquê assim que chegas perto. Com ~44 m de altura, 100 m de largura e um caudal médio de aproximadamente 500 m³ de água por segundo!!! A força com que o rio Jökulsá á Fjöllum se atira para o desfiladeiro é absolutamente brutal. O som é insurdecedor e o chão chega a vibrar sob os pés, criando um ambiente cru, selvagem e impressionante. É impossível não te sentires minúsculo perante a imponência da Natureza!

    🤔 Oeste vs Este: Qual é o melhor lado para visitar Dettifoss?

    Uma das dúvidas mais comuns ao visitar Dettifoss é escolher entre o lado Este ou Oeste. Ambos dão acesso à cascata, mas oferecem experiências muito diferentes em termos de estrada, vistas e proximidade. Depois de uma pesquisa em casa, não me decidi pelo lado por isso visitei os dois! E ainda bem! 😍

    Na imagem de satélite, do lado esquerdo, assinalei a vermelho a estrada alcatroada 862 que te leva ao estacionamento lado Oeste e, do lado direito, a estrada de terra batida 864 que te leva ao estacionamento do lado Este.
    A azul tens marcado os trilhos do estacionamento até aos pontos de observação da cascata. Como podes ver pela imagem de satélite, mais a norte tambéns tens trilhos de acesso a Hafragilsfoss e, mais a sul, trilhos de acesso a Selfoss.

    🥾 Lado Oeste: mais fácil e acessível

    O acesso pelo lado oeste é o mais popular e o mais simples. A estrada é melhor, o parque de estacionamento fica a 800m de Dettifoss e podes também usar o mesmo trilho para te aproximares da cascata seguinte: Selfoss. Em poucos minutos estás frente a frente com Dettifoss, com vários pontos de observação seguros e plataformas. É a opção ideal se tens pouco tempo, ou se não queres aventuras fora de estrada. Qualquer carro consegue aceder a este parque de estacionamento.

    Junto ao estacionamento, há uma caravana de sopa típica islandesa e casas de banho publicas. Mas recomendo que não comas nem bebas durante os 3 dias anteriores para te certificares de que não tens de as usar. Nem me conseguia aproximar… O nível do cheiro era tal que um espanhol saiu de uma das cabines com ar destruído e comentou “Eww… qué asco!”. O Pedro conseguiu fazer um pequeno xixi em apneia e mesmo assim saiu com um ar abatido. Nunca mais foi o mesmo.

    Infelizmente, quando lá estivemos, tinha havido uma derrocada perto da plataforma um mês antes e fecharam o troço do passadiço que se aproximava da cascata. Ainda bem que também fomos ao lado este, assim não tivemos a desilusão de não nos aproximarmos. Na próxima fotografia consegues ver até onde ia o caminho do lado de cá (oeste).

    🥾 Lado Este: mais selvagem mas mais bonito

    O lado Este é para quem quer sentir Dettifoss. A partir da Ring Road, tens de percorrer mais de 30 km de estrada de terra batida e gravilha até chegares ao estacionamento que dá acesso ao trilho. O caminho até à cascata tem cerca de 500 metros, mas é irregular, cheio de pedras soltas e requer alguma atenção a caminhar.

    A recompensa? Ficas muito mais perto da queda de água. É aqui que sentes os salpicos na cara, a névoa constante no ar e a força absurda da água a cair. O som é ensurdecedor, o chão treme e a sensação é mesmo de estar diante de algo gigante e indomável. Outra grande vantagem deste lado é que consegues seguir o trilho que te leva mais perto de Selfoss, enquanto do lado Oeste a vista é mais lateral e distante. Para mim, o lado Este foi o que fez o desvio valer a pena. Foi um dos meus momentos favoritos da viagem, o momento em que me senti mais pequena formiguinha em toda a visita à Islândia.

    📌 Resumo Prático:
          • Época:
             📅 Lado Oeste (estrada 862): acessível quase todo o ano, incluindo inverno (com limitações em neve/gelo).
             📅 Lado Este (estrada 864): normalmente aberto de junho a setembro.
          • Roteiros possíveis:10 ou 15 dias
          • Estradas e trilhos:

             🥾 Lado Oeste: Estrada principal alcatroada. Trilho plano e bem marcado de ~800 m até Dettifoss (1,6 km ida e volta). Se quiseres incluir Selfoss, podes fazer um percurso circular de ~2,5 km, com vista lateral para a cascata.
            🥾 Lado Este: mais de 30 km de estrada de terra batida e gravilha, irregular e com buracos. Trilho rochoso e irregular de ~500 m.
    Vantagem: ficas muito mais perto da cascata, e podes seguir o trilho até Selfoss, com uma vista frontal mais impressionante.
          • Nota: Estacionamento gratuito em ambos os lados. O lado oeste tem casa de banho. Mais valia não ter.

    💦 Selfoss

    Selfoss fica mesmo ao lado de Dettifoss, no mesmo rio (Jökulsá á Fjöllum), mas é uma cascata completamente diferente. Enquanto Dettifoss é força bruta e caos absoluto, Selfoss é mais larga, mais delicada e visualmente elegante. A água divide-se em várias quedas menores ao longo de uma borda curva.

    🤔 Oeste vs Este: Qual é o melhor lado para visitar Selfoss?

    Tal como Dettifoss, Selfoss pode ser visitada a partir dos dois lados do desfiladeiro: Oeste e Este, e a experiência muda bastante consoante o acesso que escolhas.

    A fotografia da agência Campervan Iceland mostra muito bem os dois pontos de vista da cascata: o lado este, onde consegues ver uma pessoa pequena lá ao fundo do lado esquerdo, e o lado oeste, onde está o homem de costas com o braço no ar.

    Pessoalmente, achei que Selfoss não se comparava em termos de imponência à sua irmã Dettifoss, mas em sua defesa, só a visitei do lado Oeste. Do lado Este tens uma vista mais frontal para a cascata e parece ser bastante mais bonito.

    Foto da agência Campervan Iceland.

    🥾 Lado Oeste: vista lateral e fácil

    Do lado oeste, Selfoss é acessível a partir do mesmo parque de estacionamento de Dettifoss. O percurso é circular e basta seguires os marcos com indicações que separam o caminho para Selfoss e Dettifoss.

    Depois de visitares a cascata principal, basta seguir o trilho bem marcado ao longo do rio por mais ~1 km (2,5km ao todo se visitares Dettifoss e Selfoss). O caminho é plano, fácil e rápido, ideal se tens pouco tempo ou queres incluir Selfoss.

    A desvantagem do lado Oeste é que a vista é mais lateral e distante. Percebes bem a dimensão da cascata, mas não tens aquela sensação imersiva de estar lá “dentro” como tens no lado Este.

    🥾 Lado Este: a melhor experiência

    Do estacionamento do lado este, segue o trilho que passa por Dettifoss até Selfoss de mais 1,4 km. O percurso total ida e volta desde o estacionamento é ~4 km (1h30). O trilho é fácil, mas rochoso. Embora mais longo e exigente que o trilho do lado oeste, é daqui que tens a incrível vista frontal de Selfoss e a oportunidade de sentir de perto a força de Dettifoss, por isso vale a pena.

    A imagem de drone da Arctic Adventures (terceira fotografia) mostra-te o trilho e a paisagem que te espera, permitindo teres uma noção perfeita da rota e das vistas panorâmicas que vais encontrar desde este ponto.

    Foto da agência Artic Adventures.

    💡Dica Comodista: Se só tiveres tempo para escolher um lado, recomendo sem dúvida o lado este para Dettifoss e Selfoss!

    💦 Hafragilsfoss

    Depois de Dettifoss e Selfoss, Hafragilsfoss acaba por ser a “irmã menos impressionante”, mas já que estás ali tão perto, vale a pena a paragem rápida. Eu fui pelo lado este, por um desvio de terra batida com algumas subidas e descidas mais íngremes (com 4×4 fez-se bem). Do lado oeste a lógica é parecida: estrada de gravilha, estacionamento mesmo ao pé do miradouro, andas meia dúzia de metros e já estás a olhar para a cascata lá em baixo.

    Não é tão poderosa como as outras duas, mas a água tem uma mistura de cinza vulcânica, basalto moído e particulas do glaciar que lhe dá uns tons de azul-petróleo e preto noutros sítios. Sinceramente, é um bocado indiferente de que lado vais, as vistas são praticamente iguais. Se estiveres curto de tempo, esta é a que eu cortava do roteiro. Há trilhos para chegar mais perto, mas são longos e, com o estacionamento tão perto, não compensam.

    📌 Resumo Prático:
          • Época: A estrada fica perigosa ou intransitável no inverno.
          • Roteiros possíveis: 10 ou 15 dias
          • Nota: Estacionamento gratuito mesmo colado à vista para a cascata.

    🪻 Tremoceiros (Lupinos)

    Durante o verão, é comum veres tremoceiros roxos (lupinos) espalhados um pouco por toda a Islândia e ao longo da estrada 862, havia imensos. Estas flores não são nativas: foram introduzidas para combater a erosão do solo vulcânico, e acabaram por transformar muitas paisagens em autênticos tapetes roxos. São lindíssimos e fotogénicos, mas convém lembrar que são uma espécie invasora, por isso aprecia, fotografa, mas evita pisar ou colher.

    🐋 Húsavík: a capital das baleias

    Depois das cascatas, podes seguir para sul de volta à Ring Road ou fazer o desvio para norte para Húsavík. Desde Dettifoss, conta com cerca de 85 km de estrada, o que dá ~1h15 de condução, dependendo do lado por onde sais e das paragens pelo caminho. A estrada é tranquila e já mais “civilizada”, uma boa transição entre a natureza bruta do interior e a costa norte.

    Húsavík é conhecida como a capital das baleias da Islândia e é daqui que partem alguns dos melhores tours para ver baleias do país, com altíssimas taxas de avistamento, sobretudo no verão (ver o meu artigo “Quando visitar a Islândia“).  Podes fazer um passeio de barco ou passear pela vila colorida com vista para a baía e restaurantes de peixe fresco. Nós tínhamos feito um tour em São Miguel, nos Açores (lê aqui a história) em que vimos várias baleias e golfinhos, por isso saltámos este.

    Powered by GetYourGuide

    🌋 Área Geotérmica de Námaskarð (Hverir)

    Se vieres de Húsavík, percorres 75km para sul (~1h15 de carro) para voltar para a Ring Road até à Área Geotérmica de Námaskarð (Hverir). Se vieres de Dettifoss, percorres 30 km (~30min). Námaskarð, também conhecido como Hverir, é um dos sítios mais surreais do norte da Islândia. Aqui a Islândia mostra o seu lado mais “Game of Thrones”. Tivemos uma experiência parecida nas Fumarolas da Lagoa das Furnas em São Miguel, se quiseres espreitar.

    Desta vez o Pedro fez malabarismo com umas pequenas rochas vulcânicas (quem nunca?) e teve 2 famílias como plateia! 😅

    O acesso à área geotérmica é muito simples: estacionamento mesmo ao lado e passadiços bem definidos que te guiam pela área geotérmica. É uma paragem rápida, não há trilhos longos nem esforço físico, mas há muito respeito pelas marcações, porque o solo é instável e as temperaturas são muito altas. O acesso é controlado por uma cancela e câmeras de vigilância e o estacionamento é 1000 ISK. Tal como em muitos outros locais, pagas só o estacionamento mas não há “bilhete de entrada”.

    Námaskarð (Hverir) tem poças de lama a borbulhar, no meio de solo amarelo, laranja e branco, fumarolas por todo o lado e um cheiro intenso a enxofre que te faz lembrar “daquela” cena do Shrek. É daqueles sítios que nos lembra que estamos a brincar com a natureza, mas é totalmente seguro, desde que respeites os trilhos e os passadiços.

    As cores são surreais e o cenário faz-te sentir fora da Terra, como aquelas cenários de planetas marcianos tipo no Interstellar. Confesso que até vi o filme Dante’s Peak antes de ir, para ver se perdia a vontade… não resultou. Ao vivo, o cenário é fascinante!

    📖 story time…
    Foi também aqui que tivemos um pequeno ataque de pânico automóvel. De repente, o carro acendeu a luz “check anti-pollution system” e começou a fazer um ruído ensurdecedor, tipo panela de pressão prestes a rebentar. A Ring Road não tem berma e é perigosa para encostar, não tínhamos rede para ligar à assistência, e ainda por cima já horas antes o acelerador tinha ficado preso numa ultrapassagem (ótimo timing 🙃). Para ajudar ao estado psicológico, tinha sido 1 ou 2 dias depois das notícias do acidente de carro do Diogo Jota, o que só tornou tudo ainda mais stressante. Quando finalmente encontrámos um buraquinho para parar, percebemos que o barulho vinha do tubo de escape. Deixámos o carro arrefecer uns 15 minutos e… como se nada fosse, voltou a andar normalmente, sem luzes nem ruídos até ao fim da viagem. Mais tarde, já com rede, pesquisámos e vimos que muita gente se queixa desta zona de Mývatn por os carros acusarem erros relacionados com gases, por causa da atividade geotérmica. Moral da história: se isto te acontecer por aqui, não entres em pânico, encosta em segurança quando puderes e deixa passar algum tempo. Fica a dica! 💡

    🎥 Vê aqui o vídeo do susto que tivemos com o carro nos destaques do instagram 🚗🤯

    📌 Resumo Prático:
          • Época: Todo o ano ✅
          • Roteiros possíveis: 10 ou 15 dias
          • Nota: Acesso/estacionamento pago: 400 ISK (~3€) para motas e 1000 ISK (~7€) para carros

    ♨️ Earth Lagoon (antigas Termas de Mývatn)

    Conhecidas como a “Blue Lagoon do Norte”, as Termas de Mývatn são umas termas geotérmicas rodeadas por paisagens vulcânicas, com vista para o lago Mývatn e para campos de lava a perder de vista. A água, naturalmente aquecida, tem uma cor azul-leitosa rica em minerais e uma temperatura perfeita para relaxar depois de dias intensos de estrada, trilhos e cascatas. É um sítio muito mais calmo e menos turístico do que a Blue Lagoon, o que torna a experiência ainda mais agradável.

    As piscinas ficam ao ar livre e há balneários modernos, chuveiros e um bar onde podes beber qualquer coisa enquanto ficas de molho. Ao contrário de muitas termas naturais da Islândia, aqui tudo é bem organizado e acessível, sem perder o lado “selvagem” do cenário à volta. Tudo isto muito mais barato do que a Blue Lagoon. Tens entradas a partir de 52€, crianças até 12 anos não pagam e adolescentes e estudantes têm desconto. A lagoa tem zonas entre 36 e 40ºC e a sauna 45ºC.

    💡 Dica comodista: Na época alta, o ideal é reservar o horário online com antecedência. Mas nem sempre é obrigatório. Eu não sabia a que horas iria chegar e fui acompanhando as vagas no site oficial ao longo do dia. Como percebi que não estava a esgotar, acabei por comprar o bilhete físico no local sem problema nenhum. Se também estiveres com horários incertos, vai espreitando a disponibilidade online. Se vires que começa a esgotar, reservas na hora e evitas surpresas.

    Horários: Aberto todos os dias, das 12h às 22h.
    ✨Earth Essencial – desde 52€
    Inclui entrada na lagoa principal, hot tub, cold tub e banhos de vapor, balneários standard, cacifo e duche privado.
    ✨Earth Signature – desde 67€
    Inclui tudo do Essential + acesso aos balneários Lava, 1 toalha, 1 bebida gratuita e desconto no restaurante Kvika Bistro.
    ✨Earth Exclusive – desde 360€
    Experiência premium com acesso a uma lagoa exclusiva, zona de relaxamento com lareira, menu exclusivo, balneários privados (até 2 pessoas), toalhas e roupões, 2 bebidas por pessoa, conjunto de brinces e desconto no restaurante Kvika Bistro.

    🩱 Extras (caso não leves contigo): aluguer de fato de banho 7€ e aluguer de toalha 8€.

    🎟️ Reserva no site oficial ou com cancelamento gratuito no GetYourGuide.

    📌 Resumo Prático:
          • Época: Todo o ano ✅
          • Roteiros possíveis: 10 ou 15 dias
          • Nota: Estacionamento gratuito, bilhete pode ser comprado online ou no local.

    💦 Goðafoss

    Desde as termas de Mývatn, é só continuar 53 km pela Ring Road (≈50 min) até à pequena localidade de Fosshóll, onde fica uma das cascatas mais icónicas do norte da Islândia. Goðafoss significa literalmente “Cascata dos Deuses” e o nome vem de uma lenda islandesa ligada à conversão do país ao cristianismo, quando os antigos ídolos pagãos terão sido atirados para estas águas.

    O mais surreal é o contraste: estás ali, no meio de uma estação de serviço, um cafézito e um parque de estacionamento, e de repente… PAM! Umas cascatas enormes, em forma de ferradura, a cair com força para um rio de um azul-turquesa inacreditável. Fiquei mesmo impressionada! É daquelas paragens que não criam grande expectativa e depois entregam tudo.

    trilhos e jardins bem cuidados à volta da cascata, podes atravessar a ponte e explorar os dois lados, cada um com perspetivas diferentes, e até descer para te aproximares bastante da água. O som, a cor e a escala tornam o sítio ainda mais especial ao vivo.

    💡 Dica comodista: Visita as cascatas de manhã para as apanhares totalmente iluminadas. Quando chegámos, o rio estava com aquele azul turquesa surreal, mas o sol estava a iluminar a zona das cascatas de um ângulo que a deixa quase incandescente.

    📌 Resumo Prático:
          • Época: Todo o ano ✅
          • Roteiros possíveis: 10 ou 15 dias
          • Nota: Estacionamento gratuito a 100 ou 200m da cascata.

    🏙️ Akureyri

    Akureyri é considerada a capital do Norte da Islândia e, apesar de pequena, é a 2ª maior cidade do país. Depois de dias rodeados de cascatas e paisagens selvagens, chegar aqui sabe quase a regresso à civilização 😅. Há supermercados, cafés, restaurantes, bombas de gasolina e uma boa oferta de alojamento, o que faz de Akureyri um excelente ponto estratégico para dormir.

    A cidade fica numa encosta com vista para o fiorde Eyjafjörður e é bastante agradável para passear a pé. Destaco a igreja de Akureyri e a zona do porto. Muita gente consegue ver baleias e golfinhos mesmo a partir de terra! Daqui também partem várias tours para observação de baleias (mais caras do que as de Húsavík) e outras atividades no norte do país. É um ótimo ponto de base antes de continuares viagem pela Ring Road até ao lado oeste do país.

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    📌 Resumo Prático:
          • Época: Todo o ano ✅
          • Roteiros possíveis: 10 ou 15 dias

    Findo o Diamond Circle, podes continuar por 230km até Borðeyri, a porta de entrada para os Fiordes do Oeste da Islândia. Dorme em Borðeyri ou 40 km para oeste, em Búðardalur, uma vila com 300 habitantes e alojamento local a preços simpáticos.

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